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#987275 Pensando em viver de fotografia (freelancer)

Postado por lostart em 04 novembro 2012 - 12:35

Pelo teor do seu email fica claro para mim que:

-você deveria esforçar-se para terminar a faculdade. virar profissional não exclui esta possibilidade, e se não rolar ou você mudar de idéia, terá um diploma. o diploma, dependendo da faculdade, poderá ajuda-lo na profissão fotográfica. Sebastião Salgado é economista, por exemplo.

-falta muito estudo sobre fotografia. não se trata do equipamento que outros estão usando, mas da sua VISÃO. achar que você pode virar profissional através da observação do equipamento que viu outros fotógrafos usando me parece algo completamente equivocado.

-não "largue" nada, nem o emprego e nem a faculdade. desenvolva projetos pessoais e use todo seu tempo livre para produzi-los. escolha um ou mais temas e aprofunde-se neles. saber fazer fotos boas de assuntos genéricos diversos não faz de você um fotógrafo profissional, apenas um entusiasta esforçado.

-fotografia profissional não é apenas técnica fotográfica ou "fazer igual ou melhor". Fotografar é menos de 10% da atividade fotográfica profissional. O resto inclui promoção, networking, branding, marketing, vendas, saber orçar, cobrar, entregar, e diferenciar-se dos demais para não ser "apenas mais um" em um mercado cheio de pessoas que nem você, que "largaram tudo" e decidiram virar profissionais. 80% destas pessoas estará fazendo outra coisa daqui a cinco anos.

-Se você conseguir (sobre)viver por 5 anos exclusivamente da sua fotografia poderá dizer que é profissional. até lá, será mais um fotógrafo emergente, como milhares tentando a sorte no mercado, com mais ou menos preparo/bagagem/experiência.

Se você realmente quer viver de fotografia, nada o impedirá. Iniciativa + persistência + dedicação, mas isso vale para qualquer profissão que escolher.

http://is.gd/0F7hfv

http://www.lightstal...g_photographers

http://www.blog.magn...tographers.html

http://cpn.canon-eur...video_advice.do

http://www.joemcnall...g-photographer/
  • SharPx, Paulo Mendes, igorschutz e 2 outros curtiram isso


#973460 Trazendo equipamento e declarando na alfândega

Postado por André Jardim em 02 agosto 2012 - 08:50

o melhor topico aqui que ja vi sobre palestra da receita federal foi esse:

http://forum.brfoto....=1

e o mp3 nao tem mais la pra escutar, por isso coloquei aqui:




tem tudo sobre o que pode e nao pode trazer DE FORA.

principalmente com coisas QUE VC JA LEVA do brasil quanto coisas compradas LA FORA.
com exemplos
  • Lindsay, Diego Jordão, batata e 1 outro curtiram isso


#970789 O tamanho do sensor

Postado por Lindsay em 19 julho 2012 - 04:57

Mas nesse site ai, só tem até a Pentax 645D, esqueceram das Mamiyas, Hassel, Leaf, etc... . E a Pentax 645D tem um sensor que na realidade é menor que o fotograma original de 6,0 x 4,5 cm.

Então aproveitando o assunto, coloco aqui uma comparação bem visual que fiz tempos atrás, envolvendo os tamanhos de sensores e películas. Pra quem tem o monitor de 23" full HD vai ver essa imagem na escala correta, ou seja o tamanho real. O retângulo maior de cor laranja é o tamanho do filme de grande formato 8x10", quem sabe um dia teremos sensores assim.


Imagem Postada
  • Abrantes, Rodrigo Pereira, Wellington Macedo e 1 outro curtiram isso


#1074691 É o Fotometro Externo um instrumento OBSOLETO?

Postado por igorschutz em 16 março 2016 - 04:50

Olha, te dizer que eu só fui perceber a utilidade de um fotômetro "de mão" quando comecei a explorar fotografia em filme. Antes, na fotografia digital, e também depois, quando desisti do filme, nunca vi necessidade em ter um.

 

Então, penso que, na prática, o fotômetro "de mão" (falo "de mão" pq a câmera digital também possui um fotômetro tão competente quanto) é mesmo um equipamento obsoleto, contudo, isso não quer dizer que devemos ignorá-lo ou, principalmente, ignorar os princípios do seu funcionamento, até mesmo porque devemos aprender a operar o fotômetro que está dentro das nossas câmeras digitais e saber prever seus resultados, e não ficar na tentativa e erro, como se uma boa fotometria fosse resultado da sorte e feitiçaria à la deus ex machina.

 

Isso é respondendo a pergunta do tópico, agora sobre as demais questões na sua mensagem:

 

1. Acho correto que nas primeiras aulas de fotografia de estúdio se use luz contínua. É mais fácil ensinar e mais fácil aprender desta forma. O uso do flash fica mais adiante, quando os alunos já tiverem bases bem sólidas.

 

2. Não é possível ensinar tudo numa primeira aula. Pode ser que mais pra frente ensinassem sobre fotometria, temperatura de cor, etc. Talvez vc estivesse esperando demais de apenas uma aula. Ou não? Não sei, não conheço o conteúdo programático do curso.

 

3. Pro cara ter reagido como reagiu, devolvendo seu dinheiro e "expulsando-lhe" do curso, ou ele é ignorante demais ou sua mensagem de questionamento passou do tom. Como não vi sua mensagem, não posso julgar o cara.


  • Rodrigo Pereira, Daniel Rodrigo, Paulo Mendes e 1 outro curtiram isso


#1039973 Casamento acabou!!! E a mãe da noiva quer que apague todos arquivos.

Postado por igorschutz em 21 agosto 2014 - 10:05

Querido Elias,

Não exige legislação especial relativa a fotógrafos de casamento e/ou álbum de fotos.

Sua relação com seu cliente é uma relação contratual comum, de prestação de um serviço como qualquer outro (encanador, diarista, chaveiro, etc.).

Você foi contratado para tirar fotos da cerimônia e entregar um álbum assim e assado. Se você tirou as fotos e já entregou o álbum, o serviço já está prestado e acabou sua relação com o cliente.

A não ser que você tenha colocado em contrato que se comprometeria a manter as fotos em arquivo por X tempo. Neste caso, aí sim você tem de cumprir o que prometeu, pois tá no contrato. Mas se o contrato não versa sobre isso, então tá limpo, você não é obrigado a manter foto de serviço já prestado e finalizado.

Não existe lei que te obriga a manter foto em arquivo. Foto de casamento não é tão essencial assim pra ter uma lei só pra isso.

O que existe são leis fiscais que te obrigam a manter em arquivo comprovantes de que o serviço pago (ie. renda auferida) foi prestado. Mas, pra isso, o que você tem de manter arquivado é o contrato, é o comprovante de entrega do álbum, é a nota fiscal, e não as fotos tiradas.

---

Sobre a questão do noivo exigir as fotos, você deve fidelidade somente a quem contratou seus serviços.

Se foi a mãe da noiva quem te contratou, se é o nome da mãe que tá lá no contrato, é somente a ela que você deve responder. Nem mesmo à noiva você deve satisfação, muito menos ao noivo.

Se a pessoa que te contratou mandou você destruir as fotos, então destrua com tranquilidade. Mas não seja bobo! Se está no contrato que você deve armazenar as fotos por X tempo e esse tempo ainda não decorreu, assegure-se que REALMENTE é isso que sua contratante quer e mantenha essa confirmação em arquivo como prova de que você apenas executou a ordem que lhe foi dada, para o caso dela se arrepender no futuro e querer lhe cobrar alguma satisfação.

---

Na minha opinião, se não lhe custa nada manter as fotos em arquivo, então seja esperto e mantenha o arquivo, para o caso dos noivos se reconciliarem e você ter a oportunidade de ganhar mais um dindin com este casamento.

Se manter o arquivo estiver lhe custando, aí manda brasa, apaga tudo e toca o foda-se, pois você apenas cumpriu o que sua contratante ordenou.

O que eu não faria seria entregar as fotos ao noivo, contrariando as ordens da sua contratante, pois penso que há muito mais chance de você se ferrar por ter sido desleal com sua contratante do que por não entregar as fotos ao noivo.
  • pablo_rj, Rodrigo Pereira e peridapituba curtiram isso


#1029287 "A arte contemporânea é uma farsa"

Postado por Rodrigo Pereira em 20 janeiro 2014 - 08:57

E o que é que vocês vão fazer? Só ficar reclamando na internet? Os caras que produzem a arte atual estão aí aparecendo, ganhando dinheiro, e vocês? Se o seu vizinho dá uma festa e só convida gente chata e toca música de mau gosto, você entra na internet e fica se lamentando? Por que não dar a sua própria festa do seu jeito?

Que tal montar um coletivo que tenha como mote os valores clássicos e tradicionais da fotografia/arte? Que tal montar exposições, dar a cara a tapa? Só ficar falando que o mundo não é do jeito que eu gostaria que ele fosse não leva a nada.
  • franco, Paulo Mendes e Marcos Dantas curtiram isso


#1025850 Me Ajudem - Urgente

Postado por LuizKazuo em 27 novembro 2013 - 07:44

Eu acho incrível como existem pessoas que perdem tempo para serem desagradáveis...

Será que se você estivesse numa roda de amigos e alguém perguntasse sobre a indicação de algum cardiologista, você responderia assim?

"Dá uma pesquisada no google" ou "procura no livrinho do seu convênio"
  • Daniel Belini, Eliverto e Aviasom curtiram isso


#1014301 10 fotografias mais caras do mundo

Postado por Abrantes em 24 julho 2013 - 03:28

A precificação da obra de arte é algo que não pode ser explicado racionalizando desta maneira, porém eu sou ainda mais radical do que vcs, penso que isto vale tanto para uma obra de arte quanto um almoço um carro, um tênis, tudo...o preço de tudo não passa de um acordo entre as partes.

Como eu posso explicar que eu compro um livro fantástico na Amazon por 10 dólares (muitas vezes um livro que pode mudar a sua forma de pensar) e por estes mesmos 10 dólares eu almoço em um restaurante bem mequetrefe aqui no centro do Rio?

Então para precificar corretamente os objetos temos que ter em conta se o valor empregado pode ser contido e preservado no objeto através de liquidez, no caso de uma obra de arte isto vai depender da existência de um mercado secundário.

Mas voltando ao caro e barato consideremos os seguintes “objetos”:

Um celular de 2,5K, um carro de 70K, um apartamento de 1,5M e títulos públicos no valor de 5M. Dentre os objetos acima qual é o mais caro? Da para avaliar isso?

O celular vale apenas pelo seu uso então para saber se vc vai pagar ou não o preço vai depender da sua necessidades em relação aos recursos que ele oferece. Depois de um ano ele não vale nada, depois de 2 anos provavelmente ele não vale nada nem para vc já que muitas das funções são consideradas “desatualizadas”etc.

O carro perderá 20% do valor em 1 ano, do ponto de vista de investimento é um péssimo negócio porém ele guarda mais valor do que o celular já que existe um mercado secundário abundante para vc devolver ele. Além do que ele se paga pela função (dependendo da necessidade da pessoa é claro).

O apartamento de 1,5M conserva inteiramente seu valor podendo até ganhar valor acima da inflação (dependendo de n fatores etc,..).

O título público pode ganhar valor ou na pior das hipóteses conservar se for um lastreado pela inflação e tem rápida liquidez.

Então analisando estes objetos vc pode perceber que o dinheiro colocado no celular é um “gasto” que jamais irá retornar. Enquanto que o apartamento é um valor que vc conservou. Vc só trocou 1,5M no banco por 1,5M em imóvel o mesmo vale para o titulo publico.
(Do meu ponto de vista um celular de 2.5K ta caro pra cacete rsss)

Então é interessante separar os “objetos” para verificar se eles são, gastos, investimentos, etc,..

No caso da obra de arte a lógica é exatamente a mesma. Se a pessoa compra algo que tem liquidez, pouco importa se custou 10 mil ou 10 milhões a única coisa que importa é se o cara tem dinheiro para brincar com aquilo. Eu não acho que quem compra obra de arte é mal informado, muito pelo contrario ele pode ate mesmo não entender bolhufas de arte mas pode entender do mercado. Inclusive existem fundos especializados em arte que formam cotas para compra de obras de artistas emergentes,...claro...é possível que exista uma máfia especializada em “dar valor” aos “escolhidos” através de agentes, marchands, etc,...([modo irônico] - será que existe?? KKKKK)

Mas a explicação não é so a “lavagem de dinheiro”...a verdade é que a precificação das coisas é um acordo de mercado e se um quadro vale 10 milhões e todos concordam (quando digo todos estou falando do mercado que efetivamente compra este tipo de coisa, não da pessoa comum que nem eu rsss) , então a pessoa se sente segura para comprar.

Vc pode não saber mas mesmo quando almoça num restaurante, compra um carro ou uma lente também compra por causa da sensação de que o preço esta correto, esta sensação vem do fato de que “todo mundo” esta pagando o preço que vc comprou.

 

Muito comum (mais comum no caso mas mulheres rsss ) a pessoa comprar uma linda roupa na loja, ficar super feliz, e depois de alguns dias a mesma roupa entrar em liquidação e custar um terço do preço. A felicidade vai embora e vem uma sensação de injustiça por ter pago mais caro. Porque isto acontece? Porque o preço é subjetivo,..e neste caso o “acordo” foi quebrado.
  • Rodrigo Pereira, Fabiozoo e igorschutz curtiram isso


#1012393 Nikon ou Canon

Postado por ACosta em 07 julho 2013 - 11:16

Tenho dicas sim, a primeira é que ninguém ganha dinheiro por somente fazer fotos boas. Fotógrafos ganham dinheiro provendo produtos e soluções para clientes. A sua preocupação número um para viver de fotografia não é fazer fotos, e sim encontrar clientes.

Eu sou gerente de projetos e a minha preocupação número um para sobreviver não é gerenciar projetos com sucesso e sim encontrar clientes que me contratem para gerenciar o projeto deles. Gerenciar projetos com sucesso me mantem no meu emprego mas se eu só me preocupar com isso não vou ter projetos no futuro.

Ser um pequeno empreendedor não é fácil para ninguém, muito menos para fotógrafos.
  • Furlan, Clodoaldo e Kelly Rosa curtiram isso


#1007933 Arte ou invasão de privacidade?

Postado por Rodrigo Pereira em 17 maio 2013 - 02:00

De um lado um curioso com uma câmera na mão, de outro pessoas com grana disponível mas sem uma causa mais justa para investir.

Vivemos sobre a ditadura da arte capitalizada, onde qualquer manifestação sedimentada na fotografia pode ser valorizada como arte, para isso basta juntar um curioso + dinheiro no banco + pessoas "intelectualizas" com disponibilidade e vontade de discutir o alheio.


E não estamos aqui justamente discutindo o alheio? Só nos falta o dinheiro no banco :gap:
  • Paulo Mendes, Lindsay e Pitoncat curtiram isso


#1006601 Primeira câmera para iniciantes

Postado por igorschutz em 06 maio 2013 - 08:50

Carol, bom dia.

Na minha opinião, penso que essas câmeras compactas com alto poder de zoom não são o tipo de câmera ideal para se aprender, pois o sensor muito pequeno e a lente muito limitada dificultam a visualização de certas coisas essenciais ao aprendizado básico, como a noção de DOF, luminosidade vs. abertura, ISO (já que qualquer ISO acima do padrão deteriora demais a qualidade da imagem), etc.

Se o objetivo é REALMENTE aprender, acho que uma DSLR básica -- ou seja, essas câmeras que trocam a lente -- com uma lente do kit + um lente fixa barata, proporcionam uma capacidade de aprendizado muito superior à qualquer dessas câmeras de zoom.

Infelizmente, creio que aqui no Brasil não dá para comprar uma câmera dessas nova pelo valor que você dispõe, mas você consegue comprar alguns modelos usados.

Uma câmera desse tipo não só facilitará seu aprendizado como lhe entregará uma qualidade de imagem MUITO superior à essa Sony H100, com toda certeza.

Eu não sou a pessoa mais recomendada para dizer qual câmera exatamente você deve adquirir, mas procure pelas Canon Rebel no MercadoLivre, para você ter uma noção dos preços. Em relação às lentes, pode ser uma 18-55 que vem com essas câmeras + uma lente 50mm f/1.8, que é bem baratinha.

Enfim, esta é só uma opinião, e pode ser que outras pessoas complementem esta minha mensagem ou até mesmo digam algo contrário a ela. Mas o ideal mesmo é que você dê uma pesquisada nas diversas referências já escritas internet afora e tome a decisão que lhe deixar mais segura.

Um abraço e boa sorte na escolha!

Igor
  • Rodrigo Pereira, Paulo Mendes e Carol Pontes curtiram isso


#1003106 Reflexão... gostamos de ditadura?

Postado por Marcos Dantas em 24 março 2013 - 07:17

Aviason, eu sou mulato, já levei dura por estar sentado no banco traseiro do ônibus.

Não tenho pena de bandido, só não acho que dá para entregar esse tipo de poder na mão de quem eu já não confio e que não confia em min.

E minhas memórias não são exatamente iguais à sua. Sou filho de zelador e eletricista. Meu pai fez o diabo para me colocar numa particular baratinha porque a pública na época já não era solução. Hoje sou professor, e de escola pública. Eu, e todos os meus colegas, vemos erros e problemas que nunca chegam a ser discutidos pela sociedade em geral, mas com tudo que ruim que possa existir, hoje temos uma coisa de que eu não posso abrir mão: a criançada realmente está em sala de aula. Antes a escola pública era melhor? Pode ser, mas não era para todo mundo.

E corrupção? Sério? Ministro da Justiça envolvido com tráfico de pedras preciosas? Se lembra, não?

Outra coisa, sou carioca. Metade dos meu alunos são do Juramento e a outra metade do Morro da Fé, extensão do famoso Complexo do Alemão. Três anos atrás, na época da invasão, trabalhava justamente com a criançada da Vila Cruzeiro. A violência eu vejo na primeira fila e sabe o que é mais engraçado? Foi só o Estado entrar na comunidade fazendo o que um Estado deveria fazer que a coisa acalmou. Eu vejo isso no comportamento dos meu próprios alunos, que deixaram de idolatrar bandido.

Regime de exceção seria justificável se a sociedade brasileira tivesse falhado, mas a verdade é o que o Brasil ainda nem tentou levar uma vida civilizada, fazer as coisas como deveriam ser feitas. Vamos tentar a via democrática de verdade primeiro. Aí, se não der certo, voltamos à conversar.
  • trotatorres, Sganzerla e Rodrigo Pereira curtiram isso


#1066734 Tópico da "Anunciação"

Postado por Abrantes em 05 setembro 2015 - 04:59

Hj não teve praia porque choveu ai eu fui pro piano tocar jazz e ficou assim...gravei proces


  • kozinheiro, trotatorres e zoinho curtiram isso