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O Tópico do Netuno


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52 respostas neste tópico

#21 Black_Square

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Postado 16 dezembro 2009 - 09:10

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#22 seo_ze

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Postado 16 dezembro 2009 - 09:15

PÁRA TUDO!

O Rodrigo fez uma piada, e foi engraçada!


Ô Abrantes, você já pensou em ter um blog, um Twitter ou algo do tipo? :rofl2:



Esse forum já foi sério...
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#23 Abrantes

Abrantes

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Postado 16 dezembro 2009 - 09:34

Olha só mais do mesmo!!
Agora com ênfase nas fotografias,...

http://www.picturapixel.com/?p=514

#24 Abrantes

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Postado 16 dezembro 2009 - 09:21

Cook, Taiti e o Sistema Solar


JAMES COOK E O TRÂNSITO DE VÉNUS



28 de Maio 2004 - Mais ou menos a cada 120 anos uma mancha escura atravessa diante o Sol. Pequena, negra , quase perfeitamente circular, não é uma vulgar mancha solar. Nem todos a podem ver, mas alguns que o conseguem ficam com uma sensação estranha, como se estivessem na praia de uma ilha do Pacífico Sul, com os dedos dos pés enterrados na areia húmida.

Gaivotas volteavam no ar, a guinchar. Os cheiros da cidade de Plymouth passavam pelo navio misturando-se com a brisa salgada. As velas retesavam-se. O vento mudara e era altura de partir.

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A 12 Agosto de 1768, o barco de Sua Majestade Endeavour saiu do porto, com o capitão James Cook no comando, com destino ao Taiti. A ilha fora "descoberta" pelos europeus justamente um ano antes no Pacífico Sul, uma parte da Terra tão pobremente explorada que os mapeadores não sabiam se haveria lá um grande continente... ou não. Cook podia, também, ter ido à Lua ou a Marte. Ele teria de navegar através de milhares de quilometros de mar largo, sem nada como o Global Positioning System ou mesmo um bom relógio de pulso para medir o tempo para navegação, para encontrar uma pequena porção de terra com cerca de 32 km de comprimento. No trajeto, tempestades perigosas podiam (e aconteceu..) ocorrer sem aviso. Formas de vida desconhecidas aguardavam nas águas oceânicas. Cook estimou que metade da tripulação pereceria.

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Valia a pena o risco, concluiu, para observar o trânsito de Vénus.

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"Às 2 da tarde içou as velas e fez-se ao mar tendo a bordo 94 pessoas," registou Cook no seu diário. O jovem naturalista do navio, Joseh Banks, foi mais romântico: "Dissemos adeus à Europa porque só o céu sabe durante quanto tempo, talvez para sempre."


A sua missão era chegar a Taiti antes de Junho 1769, estabelecer-se entre os habitantes da ilha, e construir um observatório astronómico. Cook e a sua tripulação observariam Vénus a deslizar sobre a face do Sol, e ao fazê-lo mediriam o tamanho do Sistema Solar. Ou assim esperava a Academia Real de Inglaterra, que financiou a viagem.


O tamanho do Sistema Solar era um dos principais mistérios da Ciência do século XVIII, tanto como a natureza da matéria escura e energia escura o são hoje. No tempo de Cook, os astrónomos sabiam que 6 planetas orbitavam o Sol (Urano, Neptuno, e Plutão ainda não tinham sido descobertos), e sabiam as distâncias relativas daqueles planetas - Júpiter, por exemplo, está 5 vezes mais longe do que a distância Sol-Terra. Mas qual seria essa distância... em quilometros? As distâncias absolutas eram desconhecidas.


Vénus era a solução. Edmund Halley verificou isto em 1716. Visto da Terra, Vénus ocasionalmente, atravessa a face do Sol. Parece como um disco escuro a deslizar por entre as verdadeiras manchas solares. Registando os tempos de começo e fim do trânsito de locais largamente espaçados na Terra, pensou Halley, os astrónomos podiam calcular a distância a Vénus usando os princípios da paralaxe. O resto da escala do Sistema Solar seria fácil de calcular.

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Mas havia um problema. Os trânsitos de Vénus são raros. Eles ocorrem aos pares, com 8 anos de separação, a intervalos de, aproximadamente, 120 anos. O próprio Halley nunca viveria para ver um. Uma equipa internacional tentou cronometrar o trânsito de Vénus em 1761, mas as condições meteorológicas e outros fatores inutilizaram muitos dos seus dados. Se Cook e outros falhassem em 1769, todos os astrónomos da Terra estariam mortos antes da próxima oportunidade em 1874.

A expedição de Cook é muitas vezes comparada com uma missão espacial. "O Endeavour não era só uma viagem de descoberta," escreve Tony Horwitz no livro Blue Latitudes, o diário de navegação de Cook, "era também um laboratório para testar as últimas teorias e tecnologias, tal como as naves espaciais o são hoje."


Em certo sentido, a tripulação da Endeavour estavam a ser as cobaias na luta da Marinha contra "o flagelo do mar" -- o escorbuto. O corpo humano pode armazenar vitamina C apenas apenas para 6 semanas, findas as quais surgem hemorragias, astenia (falta de forças) e gengivas apodrecidas. Algumas embarcações do século XVIII perdiam metade da sua tripulação devido ao escorbuto. Cook transportou uma grande variedade de alimentos experimentais a bordo, alimentando a sua tripulação com coisas como couve fermentada (choucroute) e malte de cerveja não fermentado. Quem recusasse a comida seria chicoteado. Na verdade, Cook açoitou um em cada cinco da sua tripulação, mais ou menos a média naquela época, segundo Horwitz. [N.T.: Sauerkraut (choucroute em francês) é couve fermentada. Óptimo para acompanhar pratos de origem alemã, como joelho de porco ou alguns tipos de salsichas.]

Na altura em que Cook chegou a Taiti em 1769, ele tinha viajado para Oeste durante 8 meses - tanto tempo como os atuais astronautas gastariam a chegar a Marte. Cinco tripulantes desapareceram quando o navio rondou o tempestuoso Cabo da Esperança, e outro marinheiro desesperado atirou-se borda fora durante a travessia de 10 semanas do Pacífico. O Endeavour estava bastante vulnerável quando aproou ao Taiti. Não havia contato com o "controlo da missão", não havia imagens satélite para avisar de tempestades vizinhas, não havia qualquer tipo de ajuda. Cook navegou usando ampulhetas e cordas com nós para medir a velocidade do navio, e um sextante e almanaque para estimar a posição do Endeavour pelas estrelas. Era difícil e perigoso. [N.T.: Faça-se justiça. Tudo isto fizeram os portugueses 250 anos antes, com muito menos meios. Cook já tinha conhecimentos herdados. Os portugueses tiveram de inventar e criar.]

Surpreendentemente, chegaram quase todos ilesos a 13 de Abril de 1769, quase dois meses antes do trânsito. "Nesta altura nós tínhamos muito poucos homens na lista dos doentes... a companha (tripulação de navio) estava em geral bastante saudável, devido em grande parte à couve fermentada," escreveu Cook.

Taiti era tão estranho para os homens de Cook como Marte o parece para nós atualmente. Nenhum fato espacial era necessário para sobreviver. Pelo contrário, a ilha era confortável e bem apetrechada para vida humana; os habitantes da ilha eram amigáveis e simpáticos para conviver com os homens de Cook. Banks viu "o mais genuíno quadro de uma arcádia idílica e pacífica... que a imaginação pode criar." No entanto a flora, a fauna, os costumes e hábitos de Taiti eram muito esmagadoramente diferentes dos de Inglaterra; a tripulação de Endeavour ficou embevecida.


Não admira que Cook e Banks tivessem tão pouco a dizer sobre o trânsito, quando este finalmente ocorreu a 3 de Junho de 1769. O disco escuro de Vénus, que podia ser visto a deslizar sobre o disco encandeante do Sol através de telescópios especiais trazidos de Inglaterra, não poderia competir com o próprio Taiti.

A entrada do diário de Banks do dia do trânsito contém 622 palavras; menos de 100 referentes a Vénus. Maioritariamente ele escreveu uma crónica de um encontro de pequeno-almoço com Tarróa, rei da Ilha, e a irmã de Tarróa, Nuna, e, a visita, mais tarde, de "três mulheres bonitas". De Vénus, diz, "juntei-me aos meus companheiros no observatório, levando comigo Tarróa, Nuna e alguns servidores do seu chefe; mostrámos-lhe o planeta sobre o Sol e fizemo-los entender que viemos de propósito para ver isso. Depois disso eles regressaram e eu com eles." Nota. Se o Rei ou o próprio Banks ficaram impressionados, Banks nunca o disse.

Cook foi um pouco mais pormenorizado: "Este dia foi tão favorável ao nosso objectivo como desejávamos; nenhuma nuvem foi vista... e o ar era perfeitamente limpo, portanto tivemos todas a vantagens que podíamos desejar ao observar toda a passagem do planeta Vénus diante do disco solar: nós vimos muito distintamente uma atmosfera ou sombra obscura a rodear o corpo do planeta o que prejudicou o registo dos tempos dos contatos, em especial dos contatos internos."


A "sombra obscura a envolver o corpo o planeta" foi um problema. A filtragem da luz solar intensa na atmosfera de Vénus tirou a nitidez do limbo do disco e diminuiu a precisão com que Cook pôde cronometrar o trânsito. Por esta razão, as suas medições divergiram das do astrónomo do navio Charles Green, que observou o trânsito ao lado de Cook, em quase 42 segundos.


Cook e Green também observaram o "efeito de gota negra". Quando Vénus fica próximo do limbo do Sol -- o momento crítico para cronometrar o tempo -- a escuridão do espaço para além do limbo do Sol parece chegar e tocar no planeta. Pode recriar o efeito de gota negra com o seu polegar e o dedo indicador: mantenha os dois em frente de um olho e estreite a distância entre eles. Antes de se tocarem, uma pequena ponte sombreada preencherá o espaço entre eles. Segundo John Westfall, que escreveu para a revista Sky & Telescope de Junho 2004, "isto é simplesmente o resultado de como dois gradientes brilhante-escuro indistintos se unem." O efeito de gota negra, e a falta de nitidez de Vénus, tornaram difícil determinar quando é que o trânsito começou ou acabou.

Isto foi um problema para os observadores noutros locais, também, e não só para Cook, no Taiti. Qualquer observador, mas, não só para Cook em Taiti. De fato, com tudo feito e registado, as observações dos trânsitos de 1769 em 76 pontos do globo, incluindo o de Cook, não foram suficientemente precisos para determinar a escala do Sistema Solar. Os astrónomos não o conseguiram até século XIX quando usaram a fotografia para registar o próximo par de trânsitos.


Cook não ligava muito a estes assuntos; havia muito mais para explorar. Ordens secretas da Marinha indicaram-lhe para deixar a ilha quando o trânsito terminasse e "procurar entre Taiti e Nova Zelândia por um continente ou terra de grande extensão."

Durante grande parte do próximo ano Endeavour e a sua tripulação exploraram o Pacífico Sul, procurando por um continente que alguns cientistas do século XVIII clamavam ser necessário para equilibrar a grande massa de terras do Hemisfério Norte. A certa altura estiveram sem avistar terra durante dois meses. [N.T.: Vasco da Gama, 270 anos antes, partiu de Cabo Verde, navegou 93 dias pelo mar largo, sem avistar terra, até aportar em Melinde, na costa oriental de África.] Mas a terra australis incognita, a desconhecida "terra do Sul", não existia, tal como Cook suspeitava. No caminho, Cook encontrou Maori agressivos da Nova Zelândia e aborígenes da Austrália (encontro de ambas as raças lamentariam em anos posteriores), explorou centenas de quilometros da costa (Neo Zelandesa e Australiana), e teve quase uma colisão desastrosa com a grande barreira de coral.




Mais tarde, durante uma paragem de 10 semanas em Jacarta para reparações, sete marinheiros morrem de malária. A cidade portuária era densamente habitada por homens e doenças. Cook deixou-a tão rápido quanto possível, mas o mal estava feito. Os últimos 38 da companha original de Endeavour pereceram incluindo o astrónomo Charles Green, a maioria de doenças apanhadas em Jacarta. "A taxa de mortalidade de 40% do navio não era considerada extraordinária naquela época", escreve Horwitz. "De fato, Cook seria mais tarde louvado pela preocupação excepcional com a saúde da tripulação."

A 11 Julho de 1771, Cook regressou a Inglaterra em Deal. A tripulação sobrevivente do Endeavour tinha circum-navegado o planeta, catalogado milhares de espécies de plantas, insectos e animais, encontrado novas (para eles) raças de gentes, e buscado continentes gigantes. Fora uma aventura épica.

Vistas as coisas, o trânsito fora apenas uma pequena parte da aventura de Cook, encantado por Taiti e sabotado pelas gotas negras. Mas por causa da viagem, Cook e Vénus estão ligados. De fato, pode dizer-se que a melhor razão para ver um trânsito de Vénus é James Cook.

Fonte:
http://astrosurf.com...cia2852004.html

+ informações
http://www.voyagelongandstrange.com/
http://southseas.nla.gov.au/index.html
http://www.anmm.gov..../page.cfm?u=457

#25 IvandeAlmeida

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Postado 16 dezembro 2009 - 10:07

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Isso sim!

E, repararam? É 3:4 a proporção da tela... como nas compactas. Só de ver já aprendi alguma coisa.

#26 Black_Square

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Postado 17 dezembro 2009 - 09:03

Isso sim!

E, repararam? É 3:4 a proporção da tela... como nas compactas. Só de ver já aprendi alguma coisa.



A principio eu ia dizer: 3:4, não é possível, deram crop para exibir no Wikipedia.

Maaassss... dei uma olhada no catálogo de alguns museus e é verdade muitos quadros deles usam essa proporção.
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#27 Abrantes

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Postado 17 dezembro 2009 - 09:19

A principio eu ia dizer: 3:4, não é possível, deram crop para exibir no Wikipedia.

Maaassss... dei uma olhada no catálogo de alguns museus e é verdade muitos quadros deles usam essa proporção.


O que há por tras da escolha desta proporção?,....
E porque a TV abandonou ela?,...

#28 trotatorres

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Postado 17 dezembro 2009 - 09:26

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o mais engraçado é aquele galera que ta remando e olhando pro "pobrema"....porque voltar remando não dá, né..tem que dropar pelo menos uma!

#29 Black_Square

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Postado 17 dezembro 2009 - 09:31

O que há por tras da escolha desta proporção?,....
E porque a TV abandonou ela?,...


Eu acho particularmente curioso, porque foge de sequencia de fibonacci.
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#30 Abrantes

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Postado 17 dezembro 2009 - 09:51

o mais engraçado é aquele galera que ta remando e olhando pro "pobrema"....porque voltar remando não dá, né..tem que dropar pelo menos uma!


Discordo Trota,...ou melhor mais ou menos porque nós cariocas estamos acostumados com fundo de areia e ele sempre muda de lugar de modo que qdo vc entra num mar de ressaca, para sair vai necessáriamente ter que passar pela arrebentação e não da para saber onde ela vai estar.
Já nestes lugares com fundo de pedra, vulcanico, coral etc,...a onda quebra sempre no mesmo lugar, existem uns videos interessantes que mostram o pessoal tranquilo em barcos ou nadando num ponto de vala e ao mesmo tempo logo ao lado ondas grotescas quebrando.
Deve ser interessante ainda vou num lugar destes hehe,...
Agora claro, se vc for para o lugar errado hehe e se netuno mandar onda com o seu nome,...kkk

#31 Abrantes

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Postado 17 dezembro 2009 - 10:17

Aliais onde eu escrevi carioca diga-se brasileiros né kkk porque no Brasil inteiro praticamente não se tem fundo de coral ou vulcanico com um swell entrando assim né,...

#32 Abrantes

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Postado 17 dezembro 2009 - 10:18

Eu acho particularmente curioso, porque foge de sequencia de fibonacci.

Eu já li que o cinema escolheu o padrão que utiliza hoje porque era o mais parecido com a visão humana.

#33 Abrantes

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Postado 19 dezembro 2009 - 12:56

e ai,...


#34 Abrantes

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Postado 19 dezembro 2009 - 12:59

Tailandia,..2004



#35 Abrantes

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Postado 19 dezembro 2009 - 01:05



#36 Abrantes

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Postado 19 dezembro 2009 - 04:09

Aqui os links completos do filme que o Eliverto colocou,....

Parte 1


Parte 2


Parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=oDQEsQa5TyQ

Parte 4
http://www.youtube.com/watch?v=rqpITVsy2cU

Parte 5
http://www.youtube.com/watch?v=MiFIymkmBbA

Parte 6
http://www.youtube.com/watch?v=07ftLbb0CDI

Parte 7
http://www.youtube.com/watch?v=GHBFhi4K4UA

Parte 8
http://www.youtube.com/watch?v=8OyfVbmKawA

Parte 9
http://www.youtube.com/watch?v=xloKsz2Kl8I

Parte 10
http://www.youtube.com/watch?v=WSAE09AKkLU

Parte 11
http://www.youtube.com/watch?v=3-ao0VpxQJ0

#37 Abrantes

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Postado 19 dezembro 2009 - 04:11

E aqui "Masters of Photography - Frank Hurley",..



#38 Abrantes

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Postado 19 dezembro 2009 - 04:26

Frank Hurley

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte 6


#39 Abrantes

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Postado 19 dezembro 2009 - 10:07

Em homenagem a moderação mais um vídeo,...
Agora um multicasco



#40 trotatorres

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Postado 20 dezembro 2009 - 06:38

Discordo Trota,...ou melhor mais ou menos porque nós cariocas estamos acostumados com fundo de areia e ele sempre muda de lugar de modo que qdo vc entra num mar de ressaca, para sair vai necessáriamente ter que passar pela arrebentação e não da para saber onde ela vai estar.
Já nestes lugares com fundo de pedra, vulcanico, coral etc,...a onda quebra sempre no mesmo lugar, existem uns videos interessantes que mostram o pessoal tranquilo em barcos ou nadando num ponto de vala e ao mesmo tempo logo ao lado ondas grotescas quebrando.
Deve ser interessante ainda vou num lugar destes hehe,...
Agora claro, se vc for para o lugar errado hehe e se netuno mandar onda com o seu nome,...kkk



fala abrantes, creio que me expressei errado...essa de voltar remando, é meio que força de expressão...significando que vc ao entrar no mar, ou mesmo ir até o pico com uma prancha embaixo de si, te gera uma obrigação de ter que dropar...

aliás, aqui no rio mesmo vc encontra picos com as características de lajes, como o shore de copacabana...lembro nos idos da década de 90, na primeira vez que fui até o lugar...cara, tem que ser macho pra botar pra baixo com menos de meio metro de água entre o espelho d'agua o a laje.. te chamando pra "brincar"...mas ali só bodyboard, nunca vi ninguém de "quilha"

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não ta grande aqui, mas da pra sentir como e´o pico:



um pouco da história e imagens lindas do pico






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